Paisagismo em condomínios

Atualmente, por questões de segurança e qualidade de vida, muitas famílias optam por morar em condomínios fechados, sejam estes verticais (blocos de edifícios em altura) ou horizontais (residências unifa- miliares). Em ambos os casos, verifica-se que o paisagismo é encontrado como um benefício essencial para o bem estar dos moradores, agregando valor ao empreendimento, trazendo prazer aos olhos, melhorias climáticas e ecológicas.

Entre os conceitos mais importantes de paisagem, é de que esta é tudo aquilo que a vista alcança. A integração dos jardins com as construções que a circundam é muito importante. Os vários tipos de espaços vegetais devem conversar entre si, formando uma unidade. Deve-se ter cuidado ao misturar arbitra- riamente vários estilos de jardins em um mesmo empreendimento, para isso é muito importante a contratação de um arquiteto paisagista competente, que com sua equipe vai aliar as expectativas dos clientes com as restrições especificas de cada espécie vegetal. Seja vertical ou horizontal, a nova tendência paisagística em condomínios é criar uma gama abrangente de opções de áreas de convívio, que varia de acordo com a faixa etária dos usuários. Projeta-se, portanto, espaços de convivência para bebês, crianças, adolescentes, adultos e idosos, criando-se ambientes agradáveis que aumentem a interação entre os diferentes condôminos e visitantes.

Preocupações com o meio ambiente e com a susten- tabilidade são muito importantes quando se pensa em projetos de condomínios horizontais. As construtoras, até por questões legais, devem proteger as áreas verdes, investindo em trilhas ecológicas e em progra- mas de restauração de áreas degradadas, mostrando uma faceta socioecológica e de educação ambiental.

Entre as expectativas dos moradores, está a correta manutenção dos jardins. No caso dos condomínios verticais, é muito comum que áreas verdes estejam localizadas sobre lajes, deve-se ter atenção nas espécies utilizadas evitando-se árvores com raízes agressivas como, por exemplo: fícus, cheflera, flamboyant, entre outras. Para as áreas de piscina, deve-se ter atenção também para o tamanho das folhas. Espécies que perdem as folhas em profusão irão sujar a água, logo, dê preferência a espécies com folhas largas como palmeiras, alpineas, helicônias etc.

Recomenda-se também a correta arborização de passeios, que traz grandes vantagens como criação de áreas sombreadas, melhoramento do microclima, além da função ecológica, pois trarão alimento e abrigo para a fauna. As árvores mais indicadas são aquelas que não possuem raízes profundas e que não perdem as folhas em determinado período do ano. Também se pode pensar em espaços com árvores frutíferas, que além de atraírem pássaros também serão proveitosos para os moradores.

E por fim, também há no paisagismo as espécies que são usadas como um ponto focal, ou seja, são escolhidas justamente por que têm uma forma escultural ou uma floração abundante. Nestes casos especiais, podem ser utilizadas espécies exóticas ou que perdem as folhas em determinado período, mas cuja floração é extremamente bela como é o caso dos ipês, quaresmeiras, paineiras etc. Também existe uma grande variedade de forrações e arbustos com floração abundante, neste caso, dê preferência para espécies que sejam adequadas ao clima de sua região. A contratação de um profissional qualificado é sempre recomendada para que as áreas verdes estejam sempre bonitas e saudáveis.

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